Em rubricas antes ditas, sei que me apetecia escrever algo. Perdi a conta. Já não sei! A fonte de outrora escorreu-me da boca parafraseando respostas múltiplas no enchorrilho de uma verdadeira verborreia descomunal. Agora? Agora que se foda. Viva-se o hoje, viva-se o ontem, viva, se, mas se e apenas se, o homem assim o quiser. Se a expressão de ver e sentir lhe for algo mais do que apenas um lindo dia. Porque para um nome estão as frases, para um sentimento estão as ondas de calor e frio , vento e mar que sopram no corpo e preenchem-lhe o vazio que se estende para o mundo.
Anukin Findelbhert
terça-feira, 1 de novembro de 2011
F. surgiu no cimo da escadas. No seu antebraço, uma bandeja cheia de pequenos copos de shot preenchidos com uma substância azul. No momento em que iniciou a sua marcha em direcção à nossa mesa, o seu sorriso despontou, como que liberto por nos ver. A atmosfera enchia-se de fumo à nossa volta e as conversas subiam de tom, como se pressentissem a chegada da embriaguez. No meio de uns passos incertos, confusos, haviam olhos que circulavam pela sala, mediam, afastavam, seduziam, cantavam, perdiam-se na insensatez de uma beleza ingénua e jovem. A bandeja iniciou a sua trajectória pousando lentamente sobre a mesa e os presentes, parecendo atraídos como ímans para a mesma chegaram-se à frente, como sequiosos de algo que não podem ter. A segurança, foi mandada para casa descansar, bem como a modéstia, enquanto as palavras enchiam as bocas daqueles que de um sopro engoliam o conteúdo azul do copo. A conversa começou...
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Suar! Suar estas gotas,
Suar este sal que sai de mim,
Que escorre pela pele e cai no chão,
Perdido para sempre,como que esquecido!
Soltar! Soltar estas lágrimas,
E chorar sem um fim,
Perdendo-me ao leve toque(tremo)!
E as lágrimas, assustadas!
Recolhem-se-me assim pelo vento,
E é este corpo que medido assim,
Por algo maior do que os «eus»,
Escorre a verdade "per Diem" deixando o sal, secando as notas!
Que agora, do cabelo caiem,
Sobre uns olhos que são os meus.
Continuo sem saber como lido,
Com esta verdade que me sai.
Receio que as luzes se me apaguem,
Que os olhos encharcados pelo sal,
Ceguem a humildade do corpo, e amordacem esta boca que se abre!
Franco Castelo
Suar este sal que sai de mim,
Que escorre pela pele e cai no chão,
Perdido para sempre,como que esquecido!
Soltar! Soltar estas lágrimas,
E chorar sem um fim,
Perdendo-me ao leve toque(tremo)!
E as lágrimas, assustadas!
Recolhem-se-me assim pelo vento,
E é este corpo que medido assim,
Por algo maior do que os «eus»,
Escorre a verdade "per Diem" deixando o sal, secando as notas!
Que agora, do cabelo caiem,
Sobre uns olhos que são os meus.
Continuo sem saber como lido,
Com esta verdade que me sai.
Receio que as luzes se me apaguem,
Que os olhos encharcados pelo sal,
Ceguem a humildade do corpo, e amordacem esta boca que se abre!
Franco Castelo
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
Acordar...
Rua abaixo, vejo um homem a olhar fixamente sobre a ria que passa. Permanece numa figura estatual. Ombros caídos, olhar estupidificado e laivos de preocupação nos traços da face. As mãos pendem-lhe como se não fizessem parte do seu corpo, mas antes, como se fossem objectos que segura com indiferença. A boca semi-aberta, parece desenhar o início de uma palavra qualquer, fazendo-lhe tremer o queixo. De repente, sobe o braço arrastando consigo o adereço do que parece ser a sua mão, apoia-a sobre o gradeamento ao nível dos seus olhos flectindo com uma parcimónia anormal o seu cotovelo. O chapéu, apesar de apoiado sobre a sua cabeça, está ligeiramente inclinado para trás, ridicularizando ainda mais aquela figura. Tento ver o que olha! Ao mesmo tempo, penso em não sair de um estado normalizado que pareço estranhamente adquirir quando ando na rua. - Mas não sou só eu!?- Penso para mim mesmo. As pessoas parecem vestir um estranho fato quando andam na rua. Algo semelhante a um fato espacial, que parece proteger-nos da radiação solar, da falta de oxigénio, do frio sideral,... das emoções e sentimentos dos outros! Ao longe, na Ria, na areia molhada, sobre uma fina superfície de água que escorre sobre a mesma, distingo um peixe. Uma Tainha aparece deitada de lado, o seu corpo permanece imobilizado, numa estranha resignação, como se de facto, consciente do seu estado, esperasse a morte. No entanto, com alguma atenção parece-me possível observar um abrir e fechar da sua boca, como se, por respirar um pouco mais, fizesse um empréstimo por mais um minuto de vida em troca do seu sofrimento. Detenho-me! Os ombros caiem-me, as mãos penduram-se-me, os meus olhos enchem-se de lágrimas e a minha boca abre-se como se quisesse desenhar o ínicio de uma palavra qualquer, fazendo assim tremer o meu queixo.
Franco Castelo
Franco Castelo
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Que diferença faz...
Sonâmbulo...
Ando e não vivo!
Estou sonâmbulo e não sinto.
Que diferença faz se existo,
Se vivo ou não vivo,
se me rio ou se choro?
Ando e não vivo!
Estou sonâmbulo e não sinto.
Que diferença faz se existo,
Se vivo ou não vivo,
se me rio ou se choro?
quinta-feira, 9 de junho de 2011
"Agora"? Não posso pegá-lo!
"Agarrar apenas a raiz original,
não se preocupar com os ramos,
isso é como captar
o reflexo da Lua
numa fonte pura"
Yoka Daishi, in Shodoka - O canto do Satori imediato.
não se preocupar com os ramos,
isso é como captar
o reflexo da Lua
numa fonte pura"
Yoka Daishi, in Shodoka - O canto do Satori imediato.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Allah alim...
O aumento da condição e qualidade de vida, não está necessáriamente correlacionada com um aumento dos valores éticos e morais de uma sociedade humana, ou mesmo pela aproximação aos valores de uma verdadeira Democracia ideológica. De facto, parece-me existir sim, um sentimento parasitário convergente, de futilidade despótica, disfarçada com uma fachada denominada e aclamada pela sua população embrutecida, de democrática. Isto perdura, principalmente se essa mesma população achar que a curiosidade pode ser uma coisa levada a boca tal como se alimentam as crianças de um ano e em consequência, o estado social degrada-se e os valores éticos e humanos diminuem, por simples ignorância! De repente iremos acordar e na verdade perceber, que vivemos uma mentira por demasiado tempo. A política percebeu finalmente de que forma pode manipular o desenvolvimento intelectual de um povo.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Sobre Arte... ou não!?
"O que há a dizer sobre arte?" Talvez não seja a pergunta mais adequada. A objectividade não tem necessáriamente de existir, nem sob uma forma interpretativa com bases psicológicas, psicanaliticas, nem sob um prisma biográfico, social, político, etc... do autor. Afinal a deusificação do homem da obra relega sempre a mesma para segundo lugar, quando de facto o essencial talvez fosse, que objecto se suspende-se do autor. Talvez conseguíssemos dizer, que o autor acabou para obra e que para esta, aquela coisa (o autor) perdeu-lhe o significado e a importância, algures no momento em que pousou o pincel e o óleo na tela secou. No fenómeno efémero de uma criação, parece existir um aspecto banalizador. Isto é, o homem só porque criou, não deixa de beber vinho até à embriaguez, de comer até saciar a sua gula, de jogar às cartas com os amigos, de ouvir as anedotas mais porcas e de se rir delas, de ir à casa de banho urinar e defecar, de chorar quando se sente triste e de foder. A espiritualidade na Arte parece existir até ao momento da sua confecção. Após, resta apenas o registo... e um homem.
Gustavo

Francis Bacon, Três estudos para figuras na base de uma crucificação, 1944.
Ref.: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/11/Three_Studies_for_Figures_at_the_Base_of_a_Crucifixion.jpg
Gustavo
Francis Bacon, Três estudos para figuras na base de uma crucificação, 1944.
Ref.: http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/1/11/Three_Studies_for_Figures_at_the_Base_of_a_Crucifixion.jpg
sexta-feira, 8 de abril de 2011
W
W. tinha a presença de espírito que assola poucos homens neste mundo. Vinha de um local pequeno, Lauterbrunnen mais própriamente. Montanhas altas, escarpas que induziam a vertigem ao mais audacioso habitante que se abeirasse de uma e ao mesmo tempo, pequenos refúgios de campos verdes, inclinados mas brilhantes, em contraste com o branco dos glaciares em pano de fundo, cascatas intermináveis que pareciam suspender a água num efeito reluzente e festivo de cores que abraçavam o espaço. No inverno, um manto branco estendia-se sobre o vísivel e o invísivel, os homens refugiavam-se dentro das suas casas de madeira ao pé de uma lareira e comiam a carne salgada do ano anterior. Cobriam-se de cobertores e bebiam a cerveja que tinham trocado por leite e queijo com os habitantes de Interlaken cerca de 750 metros mais abaixo... em queda livre. A água tinha um sabor doce e fresco como nunca provaria em nenhum outro lado ou terra que visitasse. Após um gole, refrescava o corpo não só pela sua pureza, mas porque tinha o estranho efeito de invocar, naquela característica frescura, o travo da erva e das flores alpinas que encontrava pelo caminho. W ainda se lembrava dos velhos troncos de Larícios deixados pelo caminho para o viajante repousar e os abrigos de madeira incrustados com os escritos de um sem número de visitantes e habitantes que por necessidade ou simplesmente por capricho quiseram deixar algo, para uma história,... para os que passasem. As palavras sucediam-se e era por vezes possível distinguir algumas frases, no meio de tantas que se sobrepunham, juras de amor, promessas e nomes impronunciáveis de alguém, não importava quem. Ao toque dos dedos, a rugosidade da superficie lembrava-lhe o rosto dos velhos, encarquilhados pelo sol alpino e pelo rigoroso frio invernal. De alguma maneira, este pensamento acalmava-o!
terça-feira, 5 de abril de 2011
Jaddah
Diz-se que o homem, no momento em que se confrontou com a perda da sua imortalidade, reconheceu duas coisas: A Dor e o prazer. O mundo que o rodeava até então estava inundado de uma natureza estática e inalterável e por complacência na sua dimensão, também ele se tornou mortal. O homem então sentiu mais duas coisas: A alegria e a tristeza. Diz-se que foi a partir daí, que o homem conheceu o significado da beleza e da perda.
O mundo, durante um segundo apenas,... o tempo necessário de um recém nascido sair do ventre da sua mãe e sentir o frio que o rodeia, ou numa vida de cem anos, fendida pelas rugas e as cicatrizes do tempo que passou, este mundo, tornou-se o depósito das lágrimas que derramamos, dos risos que abraçamos e no seu centro, a profunda capacidade de nos lembrarmos! De termos o manifesto poder da saudade.
...quão trágica, bela é a vida!! Mágica,...

Chick Harrity, 1973. Foto no site - http://pixdaus.com/single.php?id=80785
O mundo, durante um segundo apenas,... o tempo necessário de um recém nascido sair do ventre da sua mãe e sentir o frio que o rodeia, ou numa vida de cem anos, fendida pelas rugas e as cicatrizes do tempo que passou, este mundo, tornou-se o depósito das lágrimas que derramamos, dos risos que abraçamos e no seu centro, a profunda capacidade de nos lembrarmos! De termos o manifesto poder da saudade.
...quão trágica, bela é a vida!! Mágica,...
Chick Harrity, 1973. Foto no site - http://pixdaus.com/single.php?id=80785
terça-feira, 29 de março de 2011
"Estamos ainda, neste momento, solidamente vinculados à natureza; é aí que devemos procurar as nossas formas (...). A questão que se coloca é a de saber como fazê-lo, ou seja, até onde pode ir a nossa liberdade na transformação dessas formas, e a que cores se devem associar.
Esta liberdade pode ir até ao alcance da intuição do artista e não será de mais repetir a importância e a necessidade de desenvolver essa intuição."
Kandinsky W., in Do Espiritual na Arte. pp 101 e 102.
Esta liberdade pode ir até ao alcance da intuição do artista e não será de mais repetir a importância e a necessidade de desenvolver essa intuição."
Kandinsky W., in Do Espiritual na Arte. pp 101 e 102.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Levei um espaço comigo,
Pequeno mesmo, muito pequeno,
Não queria nada grande!
Depois de tentar enfiá-lo no bolso,
reparei num garoto,
Olhar desperto, a que me ligo,
e de sorriso ameno,
em pé rodando de cirande,
Faz-me um gesto grosso!!
Aperto as mãos e abro a boca,
O traquinas e maroto,
deu-me mais do que pedi,
Ocorreu-me metê-lo no bolso,
mas este já estava cheio,
com um espaço pequeno, pequeno!
Não me desfiz e em voz rouca,
fingi com ar absorto
ser esse o lugar que medi,...
para pô-lo lá a ele, no bolso!
E na vaidade de lhe ser mais,
Mostrei-lhe apontando o meu espaço,
vazio de nada, mas cheio de algo!
E num esgar rio-me do moço!
Mas lembrou-me o travesso,
numa voz delicada e ares Reais,
Que isso lhe seria baço,
e que um qualquer fidalgo,
Armado em sapo e cheio de torso,
lhe seria completamente avesso.
"Pobre espaço!" Pensei eu..
tão pequeno, tão cheio de algo
E neste momento tão vazio de nada!
Por fim...! Lá tirei-o do Bolso.
Franco Castelo
Pequeno mesmo, muito pequeno,
Não queria nada grande!
Depois de tentar enfiá-lo no bolso,
reparei num garoto,
Olhar desperto, a que me ligo,
e de sorriso ameno,
em pé rodando de cirande,
Faz-me um gesto grosso!!
Aperto as mãos e abro a boca,
O traquinas e maroto,
deu-me mais do que pedi,
Ocorreu-me metê-lo no bolso,
mas este já estava cheio,
com um espaço pequeno, pequeno!
Não me desfiz e em voz rouca,
fingi com ar absorto
ser esse o lugar que medi,...
para pô-lo lá a ele, no bolso!
E na vaidade de lhe ser mais,
Mostrei-lhe apontando o meu espaço,
vazio de nada, mas cheio de algo!
E num esgar rio-me do moço!
Mas lembrou-me o travesso,
numa voz delicada e ares Reais,
Que isso lhe seria baço,
e que um qualquer fidalgo,
Armado em sapo e cheio de torso,
lhe seria completamente avesso.
"Pobre espaço!" Pensei eu..
tão pequeno, tão cheio de algo
E neste momento tão vazio de nada!
Por fim...! Lá tirei-o do Bolso.
Franco Castelo
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
"Monty mandara pintar o seu retrato no Norte de África, mas, em Fevereiro, decidiu que queria ser retratado de novo. O seu ajudante-de-campo, Kit Dawnay (...). Foi-lhe pedido que encontrasse «o melhor retratista de Inglaterra», mas propusesse apenas «um pagamento modesto». Dawnay conseguiu que ele posasse para Augustus John. Quando ficou terminado, Monty sentiu uma aversão imediata pelo retrato e Dawnay concordou: «Não houve qualquer tentativa de definir o general prestes a conseguir uma façanha militar decisiva. Por isso fui ter com John. Disse-lhe: «O general Montgomery não gosta dele.» John ficou encantado. «Óptimo! Agora posso vendê-lo a outra pessoa por muito mais»"
Brighton, T. in "Senhores das Grandes Batalhas - Montgomery, Patton e Rommel na segunda guerra mundial.
http://www.huntsearch.gla.ac.uk/artimages/43739.jpg
Brighton, T. in "Senhores das Grandes Batalhas - Montgomery, Patton e Rommel na segunda guerra mundial.
http://www.huntsearch.gla.ac.uk/artimages/43739.jpg
sábado, 19 de fevereiro de 2011
So, Y'a wanna be with me!?
(recebida em 10/01/2011)
E se houvesse uma emigração em massa tão grande que um país ficasse desfalcado de trabalhadores... e se houvessem actos frequentes de tresloucamento, como suicídios e assassínios em massa. Será que um estado "Democrático" se sentiria tentado a controlar os seus cidadãos? Será que não os controla já em parte?
Todos os nossos pensamentos de hoje em dia são originais? Quem os controla efectivamente? Somos nós? Será que vale a pena continuar cordialmente as formas de luta ultrapassadas e desajustadas à exigência das necessidades do povo? Ou é necessário contruir outra mentalidade,... mais disruptiva, mais agressiva, mais acutiliante?
Bem vindos Senhores... ao Mundo Des-idealizado!!!
Anukin Findelbhert
http://economia.publico.pt/Noticia/extrabalhadores-de-companhia-aerea-decidem-fazer-suicidio-colectivo_1474436
http://www.liveleak.com/view?i=afd_1298080647
http://www.liveleak.com/view?i=68d_1298142040
E se houvesse uma emigração em massa tão grande que um país ficasse desfalcado de trabalhadores... e se houvessem actos frequentes de tresloucamento, como suicídios e assassínios em massa. Será que um estado "Democrático" se sentiria tentado a controlar os seus cidadãos? Será que não os controla já em parte?
Todos os nossos pensamentos de hoje em dia são originais? Quem os controla efectivamente? Somos nós? Será que vale a pena continuar cordialmente as formas de luta ultrapassadas e desajustadas à exigência das necessidades do povo? Ou é necessário contruir outra mentalidade,... mais disruptiva, mais agressiva, mais acutiliante?
Bem vindos Senhores... ao Mundo Des-idealizado!!!
Anukin Findelbhert
http://economia.publico.pt/Noticia/extrabalhadores-de-companhia-aerea-decidem-fazer-suicidio-colectivo_1474436
http://www.liveleak.com/view?i=afd_1298080647
http://www.liveleak.com/view?i=68d_1298142040
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Para Rir...
"...to those who are need of more!"
Estas frases que acompanham a saída imperiosa da boca desdenhada, apresentam na sua acepção uma fabulosa correspondência sobre a noção do ser e do perder! - Amanhã, já não somos o que temos. - Quando esta tendência se verifica logarítmicamente, conseguimos distinguir por brincadeira que o rumo que tomamos não só aponta para um colapso, mas também para uma transformação. Mesmo que esta apenas dê como resultado o algarismo zero.
Anukin Findelbhert
Estas frases que acompanham a saída imperiosa da boca desdenhada, apresentam na sua acepção uma fabulosa correspondência sobre a noção do ser e do perder! - Amanhã, já não somos o que temos. - Quando esta tendência se verifica logarítmicamente, conseguimos distinguir por brincadeira que o rumo que tomamos não só aponta para um colapso, mas também para uma transformação. Mesmo que esta apenas dê como resultado o algarismo zero.
Anukin Findelbhert
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Prelúdio para um Aprendiz
"Didáskaloss" ou "Sophos"!
Nem um, ... nem outro!
Nos dedos! Nos dedos das nossas mãos,
Está o que não pensamos,
Está o que não desejamos,
Estão as ideias de alguém,...
Não sei quem!?
Num sussurro ou suspiro.
Num leve e breve transpiro!
... A deliciar a emoção que teimosa,
Insiste em falar pelos nossos olhos.
Franco Castelo
Nem um, ... nem outro!
Nos dedos! Nos dedos das nossas mãos,
Está o que não pensamos,
Está o que não desejamos,
Estão as ideias de alguém,...
Não sei quem!?
Num sussurro ou suspiro.
Num leve e breve transpiro!
... A deliciar a emoção que teimosa,
Insiste em falar pelos nossos olhos.
Franco Castelo
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