Suar! Suar estas gotas,
Suar este sal que sai de mim,
Que escorre pela pele e cai no chão,
Perdido para sempre,como que esquecido!
Soltar! Soltar estas lágrimas,
E chorar sem um fim,
Perdendo-me ao leve toque(tremo)!
E as lágrimas, assustadas!
Recolhem-se-me assim pelo vento,
E é este corpo que medido assim,
Por algo maior do que os «eus»,
Escorre a verdade "per Diem" deixando o sal, secando as notas!
Que agora, do cabelo caiem,
Sobre uns olhos que são os meus.
Continuo sem saber como lido,
Com esta verdade que me sai.
Receio que as luzes se me apaguem,
Que os olhos encharcados pelo sal,
Ceguem a humildade do corpo, e amordacem esta boca que se abre!
Franco Castelo
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
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