Irya,
Vagueia sobre o alcatrão da vida e vence o medo sobre o andar ritmado, simpático. Corre na sombra de ver o mar de gente que não te dá a vida que procuras. Responde torto porque o freio do sonho perdeu-se na altura que te levantaste. Caíste, mexeste-te, gemeste! Apoiaste os braços no chão enquanto a perna fracturada pela ordem e pela justiça de hoje estagnava no momento de dor. A esperança virou-se com os teus olhos na escuridão do céu de outubro.
- Rasga! Rompe! Por vezes é preferível deixar a perna e seguir com o resto do corpo. O que temos perdeu-se. Não será melhor cortar a podridão e recomeçar de novo? Não são os principiantes que ganham ao oferecer a melhor potencialidade enquanto os sábios se perdem por serem limitados?
Anukin Findelbhert
domingo, 25 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Em dia de chuva trouxe um cesto...
E quando os olhos se fecham!? Deixamos de sentir?
O mundo que percepcionamos, este mesmo onde o velho morre e além uma nova criança surge como por milagre.
Este mundo onde trabalhamos por ter, quando já nos temos por princípio,
Este, em que nos deitamos em lençóis quentes ou simplesmente na terra fria; onde comemos uma refeição quente, ou algo duro e bolorento, dependendo do lado em que nos encontramos!
Este grande Pequeno, este sonho breve e longo!
e no meio de um passeio qualquer paramos, fechamos os olhos e ouvimos,
Ouvimos, as folhas de outono e o sopro que as agita.
Ouvimos as gotas sobre os troncos e aspiramos o perfume que se eleva da terra ao abraçar a chuva.
e no meio de uma qualquer floresta paramos, fechamos os olhos e sentimos...
Este Grande pequeno, este sonho longo e Breve.
Franco Castelo
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