Rumamos devagar sobre um mar de visões que abraçam o nosso desejo,
Somos empurrados e impulsionados por um vento que nos quer dizer quem somos,
... e quem somos nós? Fácil,... fácil.
Somos aquilo que nos mostram,
E do que nos mostram, somos(tentamos ser) aquilo que gostariamos de ser!
e quem somos nós novamente?
O que nos acontece quando percebemos que o mar de visões não completa o nosso desejo?
Quando percebemos que o vento que nos empurra e impulsiona, não é para dizer quem somos!?
Anukin Findelbhert
sexta-feira, 31 de julho de 2009
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