"Se me perguntares como é a gente daqui, responder-te-ei: como em toda parte. A espécie humana é de uma desoladora uniformidade; a sua maioria trabalha durante a maior parte do tempo para ganhar a vida, e, se algumas horas lhe ficam, horas tão preciosas, são-lhe de tal forma pesadas que busca todos os meios para as ver passar. Triste destino o da humanidade!"
Goethe, in Werther.
quarta-feira, 20 de junho de 2007
segunda-feira, 11 de junho de 2007
"Eu sou agora um obscuro membro duma nação que outrora honrava e respeitava as minhas opiniões. O caminho da glória é rude e muitas horas sombrias o obscurecem. Possa o grande espírito derramar luz sobre o vosso - e oxalá nunca sofrais a humilhaçãoa que o poder do governo (...) me reduziu; é este o voto de quem nas suas florestas nativas foi outrora tão altaneiro e temerário como agora vos mostrais."
Ma-ki-tai-mi shi-kia-kiak ao General H Atkinson em 1833,
in A fala do índio - Auto-retrato da vida dos povos nativos da América do Norte
Ma-ki-tai-mi shi-kia-kiak ao General H Atkinson em 1833,
in A fala do índio - Auto-retrato da vida dos povos nativos da América do Norte
Um cesto sem fundo apanhou toda a água que pode...
Numa hora em que o vento amaina a sua força,
O espanto daqueles que lhe sentiram a rudeza,
Desvanece em leves cinzas que se espalham pelo ar!
Agora,... brisa ligeira, sopro fraco, leve suspiro...
Fogueira acesa, lume brando... chama de tristeza!
Que perca de infantilidade! Que parva influência!
Que falsa vaidade e jovem impetuosidade!
E é neste momento de calma saudade,
De extrema cobardia, que o amor se dá,
Leve,...doce,...e de repente ...! Dá-nos uma estalada!
Franco Castelo
O espanto daqueles que lhe sentiram a rudeza,
Desvanece em leves cinzas que se espalham pelo ar!
Agora,... brisa ligeira, sopro fraco, leve suspiro...
Fogueira acesa, lume brando... chama de tristeza!
Que perca de infantilidade! Que parva influência!
Que falsa vaidade e jovem impetuosidade!
E é neste momento de calma saudade,
De extrema cobardia, que o amor se dá,
Leve,...doce,...e de repente ...! Dá-nos uma estalada!
Franco Castelo
Sir Winston Churchil
"Um belo dia, numa recepção, estava ele sentado junto a um ministro metodista muito puritano, quando uma jovem empregada atiradiça veio ter com eles com uma bandeja com cálices de sherry. Dirigiu-se primeiro a Churchil, que tirou um cálice, e depois ao ministro. este ficou horrorizado por alguém lhe estar a oferecer álcool: «Minha senhora», declarou ele, «preferia cometer adultério a aceitar essa beberragem intoxicante.» ao que Churchil acenou à rapariga: «Venha cá, menina - Não sabia que podíamos escolher.»
Dominique Enright, in A Sabedoria e o Humor de Winston Churchil
Encontro a dois...
Ele, pegou-lhe a mão e apertou-a na sua. Não lhe apetecia dizer nada, apetecia-lhe andar. Ela deixou-se tomar, submissa. Esperava algo mais do que a mão. Esperava uma promessa, um momento de doce melancolia seguido por outro de paixão contida.
Há muitos anos atrás, tinha ouvido a sua avó falar naquele amor romântico que arrebata o coração e o desfaz em mil pedaços. Ouviu, contado por uma voz rouca e gasta, mas cheia de promessa, de um misto de dor e alegria. Ouviu de peito aberto, de alma sentida, de boca aberta e de lágrimas penosamente contidas. Ouviu e guardou-o, como quem guarda o que mais de precioso tem. Guardou-o dentro dela, onde ninguém o pode ver. Onde ninguém o encontraria,… “Talvez ele o encontre!”.
A noite cheirava a desejo, cheirava a liberdade. Era uma noite, igual a tantas outras que passaram, mas a noite chamava. Chamava como a prostituta da montra, que em trajes menores dança para o trausente que passa e disfarça um certo pudor, mas ao mesmo tempo não consegue desviar um olhar.
Há muitos anos atrás, tinha ouvido a sua avó falar naquele amor romântico que arrebata o coração e o desfaz em mil pedaços. Ouviu, contado por uma voz rouca e gasta, mas cheia de promessa, de um misto de dor e alegria. Ouviu de peito aberto, de alma sentida, de boca aberta e de lágrimas penosamente contidas. Ouviu e guardou-o, como quem guarda o que mais de precioso tem. Guardou-o dentro dela, onde ninguém o pode ver. Onde ninguém o encontraria,… “Talvez ele o encontre!”.
A noite cheirava a desejo, cheirava a liberdade. Era uma noite, igual a tantas outras que passaram, mas a noite chamava. Chamava como a prostituta da montra, que em trajes menores dança para o trausente que passa e disfarça um certo pudor, mas ao mesmo tempo não consegue desviar um olhar.
Um chinelo acabou de trepar à minha cabeça
"Se amanhecer depois de um dia escuro de sol de montes baixos e águas altas. O homem, na sua condição, qualquer que seja,... adaptar-se-á!"
Franco Castelo
Franco Castelo
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