segunda-feira, 11 de junho de 2007

Um cesto sem fundo apanhou toda a água que pode...

Numa hora em que o vento amaina a sua força,
O espanto daqueles que lhe sentiram a rudeza,
Desvanece em leves cinzas que se espalham pelo ar!
Agora,... brisa ligeira, sopro fraco, leve suspiro...
Fogueira acesa, lume brando... chama de tristeza!

Que perca de infantilidade! Que parva influência!
Que falsa vaidade e jovem impetuosidade!
E é neste momento de calma saudade,
De extrema cobardia, que o amor se dá,
Leve,...doce,...e de repente ...! Dá-nos uma estalada!

Franco Castelo

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