Um dia, quando já estiver farto daqueles que o dizem e se fecham no seu mais primitivo ser, olharei em vão e responderei sem palavras,... como o vento que se arrasta na lua e brilha intensamente no nosso coração. Aí veremos o cão. Veremos esse e o que pouco houver.
Estamos cheios de insignificância, deprimidos com a dureza de chamarem liberdade a uma palavra e democracia a um modo de viver.
Anukin Findelbhert
segunda-feira, 9 de junho de 2008
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