Acordo de manhã. Levanto-me, e ainda com a t-shirt com que durmo dirijo-me para a porta de entrada abrindo-a. Detenho-me com os primeiros reflexos de vento fresco que me abrasam as narinas e abraçam-me a camisa envolvendo-me. Os meus ombros encolhem-se e o meu peito chama por mais ar enchendo-se e comunhando com a têmperatura, que na sua claridade matinal preenche-me os olhos de lágrimas.
Franco Castelo
sábado, 26 de janeiro de 2013
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